Você e sua autoconfiança – como é isso?


Se você buscar no google você vai encontrar uma infinidade de formas para alavancar sua autoconfiança, mas de que adianta a ferramenta se não tem a energia necessária para usá-la?

Uma pessoa autoconfiante é aquela que parou de pensar sobre como os outros a veem e se importar com as possíveis definições que as pessoas tem para ela.


É alguém que apesar de todos os defeitos que possua, entende que ninguém é perfeito e tá tudo bem.


Confiar em si, significa fazer as pazes com a única pessoa que sempre vai estar com você, você mesma! Então, imagina se você não consegue confiar nas suas decisões, nas suas forças, nas coisas que faz, que doideira!


E isso, na minha percepção, é o maior perigo da falta de autoconfiança, porque se eu não sou digna da minha própria confiança, quem vai confiar em mim? Quem vai reconhecer meu valor? Como eu vou viver até o fim da minha vida com alguém que não é suficiente para ser confiável? Tá, eu sei que parecer um papo de maluco, mas veja bem...


Você é responsável por sua vida, tudo que você pensa, faz, escolhe vira um resultado. Como você vai colocar sua vida na mão de quem você não confia?



Ai o que acontece?

  • Você vai ficar caçando fora de você pessoas que possam te servir de apoio, que digam pra você o tempo todo como você é competente, inteligente, engraçada, rápida, blá...blá...blá. Fome insaciável de reconhecimento.

  • · Quando você se encontrar em uma situação mais tensa, de pressão e principalmente, social e não tiver ninguém pra te “alimentar” você vai querer sumir, porque não tem seu próprio apoio para agir, para ser quem você é. Sua mente vai inundar de pensamentos críticos e cruéis sobre você, então você simplesmente não fala, não faz, não é – porque vai que eu faço uma bobagem! Crítico interno cruel.

  • · Um dia você acorda e pensa em tudo que gostaria de ter feito. Aquela promoção no trabalho, aquele relacionamento, aquela empresa que gostaria de ter, nos prêmios que queria ter ganhado, no livro que sempre esteve na sua mente, na viagem especial.... Tudo que queria, devia, mas não pode fazer por que não teve confiança suficiente em si para arriscar, para se jogar, para mostrar quem você é. Frustração e tristeza. Sentimento de fracasso e culpa.

  • · Quando chega o dia da reunião de equipe para resolver quem vai assumir o projeto, você começa a olhar para todo mundo menos para você mesma, porque afinal, “todo mundo ali é melhor que você, então só vão te escolher se ninguém mais quiser e ainda assim não sabe se é seguro aceitar”. Você até quer assumir isso, seria bom um pouco de destaque e visibilidade, mas então você se lembra que “não é boa suficiente” e se cala completamente para que ninguém perceba o quando você é “incompetente”. Um tipo de síndrome do impostor.

Então eu te pergunto, até quando?

Até quando você vai admitir ter menos do que você quer e merece?

Até quando você vai se render aos seus medos sem nem mesmo tentar?

Até quando você vai esperar que alguém te incentive a ser que você é?

Até quando você vai aceitar ser menos feliz?


Olha, eu já fui essa pessoa, não que hoje eu seja um poço infinito de autoconfiança, ainda bate vez ou outra a sensação de que não sou tão boa assim, mas hoje eu consigo entender o principal, que eu sou boa o suficiente e que tenho sempre a possibilidade de melhorar.


Então eu confio nisso:

  • Que se eu errar posso aprender a fazer certo;

  • Que se não ficou bom eu posso fazer melhor da próxima vez;

  • Que se minha ideia não foi aceita agora a próxima será;

  • Que se uma pessoa não gosta de mim, tem 10 que gostam;

  • Que eu não sou perfeita, mas que pelo menos eu existo e faço o meu melhor;

  • Que se o meu melhor não é bom pra todo mundo, paciência.

Agora você me pergunta:

“Como eu faço pra ficar assim também, Nanda?”


E eu te respondo que tudo pode ser melhorado e só precisa de 3 passos:


1- Consciência: porque não confio em mim? Eu me conheço suficiente? O que eu tenho de bom?

2- Enfrentamento: dos medos, da crítica interna, da inercia, criando novos comportamentos que substituam os antigos e prejudiciais.

3- Treino: todo dia de novos comportamentos, pensamentos e diálogo interno.


Então seguinte, vou deixar aqui um teste para que você comece a avaliar sua autoconfiança, ele vai te mostrar o qual o nível dela atualmente, apontar os comportamentos mais recorrentes que você tem e aí você vai conseguir aplicar os 3 passos que eu coloquei ali em cima. Combinado?


TESTE_DE_AUTOCONFIANÇA
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FAÇA SEU TESTE


E se você precisar de alguma ajuda nesse processo, eu estou por aqui, à disposição. Como eu sempre digo “qualquer coisa grita”.


Abraço

Nanda

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